O mundo dos investimentos vem se expandindo cada vez mais intensamente, inclusive para pessoas comuns, sem grandes posses, que desejam render suas finanças e agregar valores. 

É possível fazer bons negócios e traçar boas estratégias mesmo sem ser um grande especialista na área. 

Para isso, o novo investidor precisa conhecer alguns conceitos básicos do mercado financeiro e suas aplicações. E um destes recursos, sem dúvida alguma, é o valor justo de uma ação.

A fim de entender melhor o que isso significa e aprender métodos para utilização, separamos um guia com tudo que você precisa saber para definir com solidez os objetivos do seu investimento.

O que é valor justo em investimentos?

Primeiro de tudo, é importante entender o conceito por trás de valor justo em investimentos. 

Quem começa a investir, muitas vezes não tem um bom parâmetro do quanto custa uma ação justa, barata ou cara. Ou seja, não dispõe de uma referência para entender se a cotação de uma ação está supervalorizada, com um preço regular ou barata, com chances de valorização e, assim, maior lucro.

Consultar uma cotação não é algo difícil. Não entenda mal, mas entender o que aquela cotação significa ajuda a estabelecer melhor estratégia e a descobrir se o número apresentado corresponde ao valor que deveria estar. 

Podemos dizer que valor justo em investimento faz referência ao valor intrínseco de um ativo. Mas o que isso significa? 

Significa que a cotação não reflete necessariamente o valor justo pelo ativo. E sim, está relacionado à demanda de oferta e procura a partir da expectativa do mercado conforme o comportamento financeiro das ações da empresa.

Não é incomum na Bolsa de Valores haver especulação por parte das pessoas. Ao contrário, é uma prática bastante ordinária, que faz com que haja oscilação de valores. Por essa razão, o valor da cotação no momento da consulta pode estar acima ou abaixo do valor justo dela.

Portanto, existem algumas determinantes do valor justo de uma ação. Dentre elas, se pode destacar custo de oportunidade na renda fixa, prêmio pelo risco, liquidez da ação na Bolsa e resultados e taxa de crescimento. Veremos mais sobre cada aspecto a seguir.

Custo de oportunidade na renda fixa

O custo de oportunidade na renda fixa está relacionado, primordialmente, à tomada de decisões – é a relação direta entre escassez e escolha. Em outras palavras, podemos dizer que o custo de oportunidade é o valor renunciado em prol – ou não – de uma decisão.

No investimento, se você toma a decisão de adquirir ações de risco, o custo de oportunidade na renda fixa expressa que você abre mão de uma renda sólida a longo prazo para arriscar obter uma rentabilidade maior a curto prazo.

Prêmio pelo risco

Em termos financeiros, denominamos prêmio pelo risco o valor da diferença entre rendimento de dois investimentos, sem um com e um sem risco. 

De forma simplificada, o prêmio pelo risco é um ganho extra que o investidor obtém por investir seu capital em um local com maiores probabilidades de perda.

A fim de oferecer vantagens para o investidor que decide arriscar seu dinheiro ao aplicar em um ativo com alto nível de risco, é oferecido um prêmio pelo risco que geralmente é bastante atraente. Quanto maior o risco, maior o prêmio por ele.

Liquidez da ação na Bolsa de Valores

Quando falamos em liquidez, falamos do quão rápido um ativo pode se converter em dinheiro disponível, sem ter seu valor original impactado. 

Ativos de alta liquidez na Bolsa de Valores são aqueles facilmente comercializados. Já os de baixa liquidez, aqueles com menos chance de investimento, geralmente por apresentarem maior risco. Por essa razão, esse é um fator de influência no valor justo de uma ação.

Resultados (lucros) e taxa de crescimento da empresa

A partir de uma análise de dados de determinada empresa, é possível estabelecer seus resultados em determinado período de tempo e sua taxa de crescimento. 

Empresas em constante crescimento ou que passam por um período de desenvolvimento com bons resultados influenciam diretamente o valor justo de uma ação.

por que calcular valor de ação

Por que calcular o valor justo (intrínseco) de uma ação?

O cálculo do valor justo de uma ação pode representar uma boa oportunidade de ganho. Isto é, visto que oferece menor risco para o investidor, ele sabe exatamente onde está pisando e investindo seu capital, não é mesmo?

Em outras palavras, ao calcular o valor justo de um ativo, você passa a ter uma referência e, aqueles títulos negociados abaixo do valor justo possuem tendência a logo se aproximarem dele, o que gera lucro a seu investidor.

Calcular o valor justo de uma ação significa colocar possíveis ganhos em perspectiva. O resultado desse cálculo ainda é variável, embora esteja dentro de uma faixa de valores. 

Dependendo do montante investido, a variação pode ser bastante expressiva. Ainda com o cálculo efetuado, se precisa considerar alguma subjetividade na intercorrência e saber que o resultado não é um padrão, menos ainda um padrão fixo.

Dessa forma, é importante manter o cálculo do valor justo de um ativo como uma prática regular para o investidor, se certificando de manter bons lucros, baixo risco de perda e de saber a hora de comprar (ou não) e vender (ou não) determinada ação.

Cálculo do valor justo pelo método do fluxo de caixa descontado

O Fluxo de Caixa Descontado, conhecido como FDC, é a modalidade que usa alguns fundamentos para estimar o valor de uma empresa. 

É um cálculo que tenta prever as probabilidades de um possível fluxo de caixa futuro da empresa, com foco nos lucros e estimativa de fortuna que determinada empresa terá.

Calcular o valor justo pelo método FDC é o investimento em uma essência – aplicar capital em empresas que tenham maiores chances de crescer, expandir e lucrar. 

Diferente de outras modalidades, o fluxo de caixa descontado considera questões menos técnicas, sendo influenciado por fatores como análise de riscos, por exemplo.

Portanto, na hora de calcular o FDC de uma empresa, existem quatro métodos fundamentais, listados e explicados abaixo.

1. Análise e estimativa do fluxo de caixa futuro

Como o enunciado adianta, é a coleta e análise de dados que apontam uma estimativa do dinheiro gasto e ganho pela empresa em um determinado período, sendo que quanto maior o período analisado, mais projeções de fluxo são possíveis.

Para fazer a análise do FDC, é preciso calcular o valor presente dos fluxos de caixa futuros de um investimento para chegar a uma estimativa atual do valor justo para o mesmo.

A fórmula para análise de fluxo de caixa descontado é:

FDC = CF1 / (1 + r) 1 + CF2 / (1 + r) 2 + CF3 / (1 + r) 3 … + CFn / (1 + r) n

Sendo:

  • CF1 = fluxo de caixa no período 1
  • CF2 = fluxo de caixa no período 2
  • CF3 = fluxo de caixa no período 3
  • CFn = fluxo de caixa no período n
  • r = taxa de desconto (também referida como a taxa de retorno exigida)

Estimando o valor justo

Para estimar o valor justo de uma ação, o primeiro passo é projetar o volume de fluxo de caixa que a empresa estima produzir nos próximos anos. Geralmente, as pessoas ao projetarem esse cálculo, usam períodos de dois, cinco ou dez anos (curto, médio e longo prazo). 

Com essa projeção em mãos, encontre os valores desse fluxo na cotação da moeda atual, descontando uma taxa suficiente que compense os investidores pelo risco – o prêmio pelo risco, citado anteriormente.

Por fim, faz-se a divisão desse número pelo número total de ações totalmente diluídas em circulação para chegar a uma estimativa do valor justo por ação.

Além disso, é vital lembrar que os lucros estão sempre sujeitos à manipulação e podem ser distorcidos pela desvalorização, o que faz dos fluxos de caixa de uma empresa uma medida mais expressiva do valor de suas ações do que seu lucro líquido. 

Naturalmente, não há garantias de cumprimento das projeções de fluxo de caixa, o que acaba em considerações sobre risco – quanto mais arriscada a empresa, maior o retorno exigido pelos investidores.

taxas de desconto ações

2. Taxa de desconto

Se denomina taxa de desconto a fórmula contábil que agrega ao cálculo de valor da empresa o desconto entre custos e ganhos em um período previamente estipulado. 

Com esse elemento de gestão financeira, trazemos projeções de caixa à realidade do período corrente. Como fórmula mais famosa, é usada a WACC (Weighted Average Cost of Capital, ou seja, o custo médio ponderado de capital. Seu cálculo é efetuado a partir da seguinte fórmula:

WACC = E/V * Re + D/V * Rd * (1-Tc)

Sendo: 

  • E: valor de mercado do patrimônio da empresa;
  • D: valor de mercado da dívida da empresa;
  • V: valor total de mercado do financiamento da empresa, dado por E + D;
  • Re: custo de capital;
  • Rd: custo da dívida;
  • Tc: taxa de imposto corporativo.

3. Definição do horizonte tempo

Quando falamos em horizonte tempo (ou horizonte de investimento), nos referimos ao prazo pelo qual o investidor pretende manter um investimento aplicado. Ao definir um horizonte de tempo, é possível definir metas e objetivos para o investidor em perspectiva geral. 

Por exemplo, um investimento que possua horizonte a longo prazo diz que o investidor tem por objetivo um resgate futuro, com maior rentabilidade, e se resguarda sobre as oscilações do mercado financeiro sobre o ativo ao longo do tempo. 

Se o objetivo é resgatar o valor a um prazo mais curto, o tipo de investimento deve possuir um horizonte mais curto e, como consequência, menores variações. 

Além disso, o horizonte tempo influencia diretamente o valor justo de uma ação por prospectar as expectativas de lucro em um vencimento determinado.

4. Cálculo do valor terminal

Se faz o cálculo do valor terminal baseado na premissa do valor presente de todo o fluxo de caixa restante. É um cálculo importante e sensível, que representa a maior parte do valor de uma empresa, logo, deve ser cuidadosamente analisado. 

Para fins de cálculo, utiliza-se o FCF (o fluxo de caixa livre) projetado do horizonte e divide o valor pela diferença entre a sua taxa de desconto escolhida e a taxa de crescimento da empresa. 

Para projetar o FCF, é feita uma análise das vendas realizadas pela empresa nos anos anteriores, podendo assim, ‘imaginar’ um futuro usando o comportamento do negócio como base de referência. 

Métodos

É possível usar dois métodos para o cálculo do valor terminal. Primeiro, o chamado Modelo de Crescimento de Gordon, geralmente usado por bancos e instituições financeiras. Segundo, o método de saída, geralmente usado por investidores na hora de montar sua carteira de investimentos.

O primeiro método prevê os dividendos, considerando prejuízos no período analisado, porque nunca se pode garantir até quando uma empresa manterá suas atividades. A fim de superar limitações desse método, o valor terminal pode presumir que o fluxo de caixa crescerá a uma taxa constante a partir de uma data específica, usando a fórmula:

(FCF * (1 + g)) / (d – g)

Sendo:

  • FCF = Fluxo de caixa livre para o período em análise,
  • g = Taxa de crescimento prevista,
  • d = taxa de desconto.

O resultado desse cálculo representa a taxa de crescimento esperado para o período em análise. O valor está alinhado à taxa de inflação vigente e precisa ser uma taxa menor do que a praticada no crescimento do produto interno bruto (PIB).

Já o método de saída é utilizado para fazer uma análise de possibilidades limitadas. O valor terminal reflete, assim, o valor dos ativos de uma empresa em determinado período de tempo.

Preço justo com valuation por múltiplos de mercado

Valuation é o termo usado para avaliação de empresas na hora de encontrar o valor justo de uma ação, mas apesar de possuir um conceito simples, há mais de uma forma de fazer essa análise. A FDC é uma modalidade e a valuation por múltiplos é outra. 

Agora que já conhecemos a FDC, é hora de aprofundarmos um pouco mais sobre valuation por múltiplos de mercado.

Essa é uma modalidade que estabelece o valor justo de uma ação a partir de comparação entre indicadores de empresas que possuam atividades similares dentro de um mesmo segmento ou indicadores distintos dentro de uma mesma companhia. 

A técnica de múltiplos possui um aspecto negativo, que é apresentar ganhos ou perdas não recorrentes, possibilitando uma interpretação equivocada da situação real do negócio, mas por outro lado é uma técnica de fácil aplicação, com fórmulas de uso facilitado.

Dessa forma, existem três múltiplos importantes: o P/L, o P/VPA e o EV/EBITDA.

Preço/Lucro (P/L)

Nessa técnica, o preço da ação (pela cotação atual) é dividido pelo lucro da ação no período do último ano. O resultado corresponde a quanto os investidores se propõem a pagar pelo título naquele momento. A empresa que apresenta um P/L menor é considerada a “mais barata”.

Preço/Valor Patrimonial (P/VPA)

Esse indicador mostra se o valor da ação se encontra caro ou barato. Para chegar a esse expoente, divide-se o preço da cotação atual da ação na Bolsa de Valores pelo valor patrimonial da empresa.

Valor da Empresa/EBITDA (EV/EBITDA)

Nesse indicador, compara-se o Valor da Firma (EV ou Enterprise Value) com o Lucro Antes de Impostos e Taxas, o EBIT. O EV/EBITDA ajuda a identificar quanto uma empresa custa em relação ao que ela produz em sua finalidade.

preço justo com valuation

Avaliação com MVA (Market Value Added) e EVA (Economic Value Added)

MVA e EVA são duas formas de avaliação com focos distintos, que também podem ajudar a definir o valor justo de uma ação. Enquanto o EVA é um indicador de desempenho da empresa na criação de fortuna, o MVA usa uma métrica que define somente a riqueza do negócio, a partir do quanto a empresa lucrou ao longo do tempo.

Como indicadores diferentes, são calculados de formas distintas.

Cálculo do MVA – avaliação do desempenho de longo prazo

O MVA é calculado por uma fórmula bastante simples: 

MVA = Valor de mercado – Capital Total

Subtrai-se o valor total do capital investido na empresa do montante total que a empresa representa no mercado. O MVA expressa a comparação entre valor de mercado no capital aberto e capital investido. Em suma, o Market Value Added representa quanto a empresa gerou a seus investidores a longo prazo.

Cálculo do EVA – avaliação do desempenho no curto prazo

O EVA é calculado a partir de uma fórmula um pouco mais complexa, visto que ele leva em consideração fatores de desempenho:

EVA = Lucro Operacional – (Custo de Oportunidade do Capital Total x Capital Total)

Onde consideramos:

Lucro Operacional como o valor de lucro vindo dos investimentos na empresa, considerando as receitas financeiras (despesas não se aplicam).

Custo de Oportunidade do Capital Total como o WACC, ou em português, o custo médio ponderado de capital, que representa a média de custos entre capital aplicado por terceiros e capital próprio, logo, a composição de recursos disponíveis à empresa.

Capital Total como soma das dívidas com o patrimônio líquido a preço de mercado.

Podemos dizer que o Economic Value Add é um indicador que demonstra a construção ou desconstrução de valor, representando o custo de oportunidade do capital aplicado por investidores para compensar o risco assumido.

Uso conjunto do MVA/EVA para determinar o preço justo

Os dois indicadores combinados oferecem uma perspectiva mais ampla de desenvolvimento do negócio e fortuna acumulada, dando a chance do investidor decidir se vale a pena investir capital.

Pode-se dizer que um EVA positivo cria MVA positivo e EVA negativo gera MVA negativo. Investidores raramente vão decidir por emprestar seus capitais para empresas que não geram valor. A partir desses indicadores, é possível estimar o preço justo e estipular as expectativas de comportamento a diferentes vencimentos.

Fórmula de Benjamin Graham para cálculo do valor justo

A Fórmula de Benjamin Graham é, possivelmente, a mais conhecida quando o assunto é investimento. 

Ele é referência mundial no assunto, e propôs uma fórmula que ficou muito popular e até hoje é usada por diversos tipos de investidores ao redor do globo.

Sua fórmula prevê:

VI = √ (22,5 x LPA x VPA)

Sendo:

VI: o Valor Justo de uma Ação, a ser encontrado;

22,5: uma constante encontrada por Graham;

LPA: o lucro por ação;

VPA: o valor patrimonial da ação.

Essa fórmula é tecnicamente fácil de ser aplicada, porém ela tem um detalhe bastante específico: só funciona para aquelas empresas que possuam lucros constantes, sem registros negativos.

1. Cálculo do LPA e VPA

LPA é o indicador de lucro por ação de um negócio, ou seja, o valor de lucro líquido em cada ação de uma empresa. Já o VPA indica quanto cada ação representa dentro do patrimônio líquido.

Para calcular esses índices chamados fundamentalistas, hoje já é possível fazer a consulta por meio de ferramentas gratuitas disponíveis online e descobrir o valor de cada ação antes de fazer um investimento.

2. Cálculo do Valor Justo

O cálculo do valor justo pensando por Benjamin Graham se deu a partir de sua experiência pessoal: ele pagava, no máximo, 15 vezes pelo lucro de um negócio e 1,5 vez pelo patrimônio líquido. 

Para calcular se era ou não um bom negócio investir seu dinheiro, ele usava a fórmula VI = √22,5 x LPA x VPA. O conhecido Índice de Graham, o número 22,5, vem da multiplicação de 15x o PL e 1,5x o PVP, ou seja: 15 x 1,5 = 22,5.

3. Margem de Segurança

A margem de segurança é um recurso utilizado por investidores na hora de assumir riscos. Em seu livro, “O Investidor Inteligente”, Benjamin Graham propôs uma fórmula de valuation baseada no indicador “ganhos por ação” onde uma margem de segurança fica “embutida” no cálculo.  

Hoje em dia, é mais comum que investidores e analistas usem outras fórmulas para definir margem de segurança, como o Índice Preço/Lucro (P/L) ou uma porcentagem fixa pré-estabelecida.

método para definir preço de ação

Afinal, qual método usar para definir o valor justo de uma ação?

Diversos aspectos podem e devem ser levados em consideração na hora de calcular o valor justo de uma ação, como objetivo do investidor, vencimento, crescimento da empresa e diversos outros fatores de influência na hora de escolher quem vai ou não fazer parte da sua carteira.

O preço justo leva o investidor mais próximo do seu objetivo financeiro. Há muitas formas de chegar lá e, dentre elas, a Fórmula de Graham é a mais popular e adequada para quem está iniciando no mundo dos investimentos.

Dessa forma, para descomplicar de vez o Mercado de Ações e se tornar um investidor expressivo e sólido, acesse o curso de investimento em ações da CDV, uma plataforma pronta e preparada pra ajudar você a desvendar os mistérios financeiros e fazer render seu capital suado.

Conclusão

Por fim, com estratégias simples e de fácil aplicação, contando com fórmulas quase mágicas, se pode traçar objetivos sólidos e fazer previsões de onde investir seu dinheiro, como e por quanto tempo.

Além disso, ao descobrir o valor justo de uma ação, você está um passo à frente de outros investidores que simplesmente seguem os índices de cotação. Para minimizar os riscos de perda, use o método de cálculo que atenda melhor à sua necessidade e não esqueça de contar com o Clube do Valor para maximizar seus ganhos.

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