Como Atingir sua Independência Financeira: O Mínimo que Você Precisa Saber!

Independência Financeira

Você já pensou em como será a sua vida financeira assim que você parar de trabalhar?

Se você faz parte da maioria dos brasileiros, segundo este estudo promovido pelo HSBC você provavelmente se preocupa com a ideia de passar dificuldades financeiras no futuro.

É por isso que eu escrevo muito sobre uma tal de “independência financeira” aqui no Clube do Valor.

Agora, você já se perguntou o que significa “Independência Financeira” ou “liberdade financeira?”

Se sim, qual é a sua definição para estas expressões?

Não se preocupe se você não tem segurança sobre o significado destes termos.

Após este post, você vai dominar este assunto!

Além de entender com profundidade o conceito de “independência financeira”, aqui você ainda irá aprender coisas como:

  • Como se tornar financeiramente livre.
  • A simples pergunta capaz de lhe dar uma grande motivação para criar seu plano rumo à independência financeira.
  • As variáveis mais importantes que você deve levar em conta nesta jornada.
  • Exemplos práticos de como é possível alcançar este objetivo.

Então, vamos lá?

Vem comigo!

O Que é Independência Financeira?

O que é independência financeira?

A definição “de cartilha” do que é independência financeira é:

Independência financeira é quando a renda passiva gerada por seus ativos é superior ao seu custo de vida mensal.

Basicamente, é quando você não precisa mais da receita do seu trabalho para manter o seu padrão de vida.

Nesta definição, preciso deixar bem claro o significado das principais palavras:

  • “Renda passiva” é o valor financeiro que você recebe por conta de seus investimentos. Podem ser juros de títulos públicos, dividendos de ações, aluguel recebido de imóveis, e aí por diante.
  • E “ativos” são seus investimentos. É tudo aquilo que lhe gera fluxo de caixa positivo, conforme explicado no item bônus do post sobre finanças pessoais.

Independência Financeira – Uma Questão de Liberdade

Independência Financeira é Liberdade

Alcançar o status de “financeiramente independente” não significa que você deve parar de trabalhar e passar os dias sentado no sofá assistindo à televisão.

Significa que você não precisa mais trabalhar.

Significa que você pode dedicar o seu principal ativo – o seu tempo – nas coisas mais importantes para você.

Significa que você irá ter a liberdade de fazer o que você quiser quando você quiser, sem depender de um emprego fixo para arcar com suas despesas gerais.

Assim, gosto de dizer que “independência financeira” significa ter liberdade!

Afinal, não existe nada mais libertador do que poder fazer o que você bem entender da sua vida.

Logo, podemos utilizar também a expressão “liberdade financeira” como um sinônimo forte de “independência financeira”. Afinal de contas, os dois termos se referem à mesma coisa.

Por que você deve buscar sua independência financeira?

Quais são os seus objetivos financeiros de longo prazo?

As principais respostas que eu recebo quando realizo esta pergunta aos meus clientes,  amigos e parentes, são:

  1. “Estou juntando dinheiro para comprar um imóvel ou carro novo.”
  2. “Estou num momento de muitas despesas e não posso pensar nisso”
  3. Um olhar vazio.

A terceira resposta é bem compreensível.

Afinal, 24% dos brasileiros não se preparam para atingir sua independência financeira, segundo o mesmo estudo do HSBC citado no início deste texto.

E este pensamento não me surpreende, porque estas pessoas estão apenas vivendo a vida da forma como foi-lhes ensinado ao longo da jornada acadêmica: um dia exaustivo de trabalho por vez, evitando qualquer conversa sobre dinheiro.

As outras duas respostas são um pouco mais preocupantes.

Não quero dizer que comprar ou trocar de carro ou de casa não seja importante. Nem que você não deve se preocupar com suas despesas.

O que me preocupa é o fato de serem pouquíssimas as pessoas que priorizam seu plano para alcançar a liberdade financeira.

Desta maneira, elas estão fadadas a viver trabalhando (muitas vezes em empregos que não lhe agradam) para serem promovidas, ganharem aumentos, trocarem de casa, trocarem de carro, comprarem itens supérfluos, comprar um novo carro, e assim por diante.

Aqui, eu falo por mim: eu acho este cenário repulsivo.

Eu amo a possibilidade de poder mudar de carreira, de poder passar uma temporada viajando, ou de gastar meu tempo da maneira que eu bem entender.

Não é sobre as escolhas que eu posso tomar, e sim sobre a liberdade de fazer qualquer escolha que eu quiser. Porque acima de qualquer coisa, eu amo a liberdade!

E o fato de você atingir o ponto em que dinheiro deixa de ser uma preocupação lhe dá muita liberdade.

Faça agora esta pergunta para você mesmo!

Preste muita atenção no que eu vou lhe dizer agora.

A melhor maneira de você perceber a importância de criar planos para alcançar a liberdade financeira é fazendo a si mesmo a seguinte pergunta:

O que eu iria fazer da minha vida daqui em diante se dinheiro não fosse um problema?

Como se trata de uma questão bem ampla, a resposta não é alcançada sem uma boa dose de pensamento. Se você é casado(a), convide sua esposa ou seu marido para pensar junto.

E é esta resposta que deve servir como principal motivação para que você trabalhe no seu plano para se tornar financeiramente independente.

Com ela, você começará a vislumbrar e projetar a vida dos seus sonhos.

Vislumbrando esta vida ideal você conseguirá, com facilidade, dedicar mais energia, tempo e dinheiro em direção ao atingimento deste objetivo.

Assim, você encurtará o seu processo até o momento em que você atingirá sua liberdade financeira.

Quer saber qual é a minha resposta para esta questão?

Então, continue lendo este artigo!

Qual é a diferença entre independência financeira e aposentadoria?

Se você chegou aqui, talvez esteja se perguntando: “qual é a diferença entre independência financeira e aposentadoria?”

A resposta é bem direta: não há diferenças relevantes.

Eu simplesmente prefiro evitar o uso da palavra “aposentadoria”, porque eu vejo este termo como algo pejorativo.

Afinal, a maioria das pessoas pensa em “aposentadoria” como sendo a última fase da sua vida.

Querendo ou não, este termo é muito ligado à velhice, ossos frágeis, complicações de saúde e à ociosidade.

Já a ideia que eu quero passar é a de você não ter mais que se preocupar com dinheiro.

Logo, eu prefiro utilizar termos novos e mais abrangentes, como “independência financeira” e “liberdade financeira”.

Assim, consigo dissociar a ideia de você não precisar mais trabalhar (se não quiser) da ideia de que você necessariamente não continuará trabalhando.

Como alcançar sua liberdade financeira: Tudo Depende de Planejamento Financeiro.

Planejamento FInanceiro

Entendido o significado do termo e o que você deve fazer para ter motivação em atingir a sua independência/liberdade financeira, talvez outra pergunta venha à sua mente:

“mas então, como faço para atingir este objetivo?”

Não existe uma fórmula mágica para se alcançar a liberdade financeira.

O que existe é um processo, que é bem simples. O nome deste processo é planejamento financeiro.

Ele é simples porque envolvem poucas variáveis. Ele depende, basicamente, dos seguintes pontos:

  • Sua renda atual.
  • Suas despesas atuais.
  • Taxa de retorno de seus investimentos.
  • Horizonte de tempo.
  • Suas despesas no futuro.

Apesar de simples, este processo não é fácil.

E não é fácil porque se trata de uma jornada que envolve uma série de comportamentos e hábitos que pouquíssimas pessoas têm.

Além de saber como economizar e como investir, você precisa ter muita disciplina e determinação para chegar lá.

Por isso é muito importante que você se mantenha motivado!

Mais do que isso, você precisa criar um planejamento financeiro detalhado e seguir fiel ao seu plano ao longo de alguns anos.

Você precisa ter um pensamento de longo prazo.

Abaixo, explico um pouco mais sobre as variáveis do processo.

1.      Sua renda atual.

Sua receita (o dinheiro que você ganha) é a sua principal ferramenta na sua busca pela liberdade financeira.

E o motivo é bem fácil de explicar: quanto mais você ganhar hoje (seja salário, distribuição de lucros, comissões, etc), mais dinheiro você conseguirá juntar no final do mês.

Quanto mais dinheiro sobrar, maior o seu patrimônio será.

Quanto maior for o seu patrimônio, maior será a sua renda passiva.

E quanto maior for sua renda passiva, mais próximo você estará de atingir sua independência financeira.

2.      Suas despesas atuais.

Como já comentei, não existe uma fórmula exata para você alcançar sua liberdade financeira.

Mas existe uma fórmula garantida para o fracasso financeiro.

Esta fórmula é gastar mais do que você ganha.

Para evitar cair nesta armadilha e ter que recorrer a empréstimos e cheque especial, você precisa levar um padrão de vida condizente com a sua receita.

Mais do que isso: você precisa se acostumar a gastar muito menos do que o que você ganha.

Afinal, quanto menos você gastar, mais dinheiro vai sobrar. E a consequência de mais dinheiro sobrando é mais dinheiro trabalhando por você.

Como o educador financeiro Dave Ramsey costuma dizer:

Se você quer viver como ninguém mais no futuro, precisa viver como ninguém mais no presente.

Ou seja: tenha muito cuidado com suas despesas. Anote tudo o que você gastar e mantenha o hábito de criar orçamentos mensais.

Busque sempre aprender mais sobre finanças pessoais, para criar bons hábitos financeiros e acumular dinheiro de maneira consistente.

3.      Taxa de retorno de seus investimentos.

A taxa de retorno de seus investimentos é o quanto seu dinheiro aplicado rende.

Se você aplicou, por exemplo, R$ 1.000 num título público e resgatou R$ 1.120 um ano depois, seu rendimento foi de 12% (o cálculo é 1.120/1.000 – 1).

Ao pensar na taxa de retorno, é muito importante que você considere o rendimento de seus investimentos acima da inflação, e descontado da despesa com imposto de renda.

Então, além de você ter que ficar atento ao retorno “bruto”, que é como chamamos o retorno absoluto, é bom entender como cada tipo de investimento é tributado e jamais se esquecer de considerar o impacto da inflação na sua carteira.

Quanto maior for a taxa de retorno de sua carteira de investimentos, mais rápido você alcançará sua liberdade financeira.

4.      Horizonte de tempo

Horizonte de tempo
Horizonte de tempo: quanto maior, melhor!

Outro ponto importantíssimo é o prazo de seus investimentos.

Já ressaltei em outros artigos o enorme poder dos juros compostos.

Este poder é resultado de dois pontos: da taxa de retorno (recentemente explicada) e do horizonte de tempo.

Um retorno de 12% sobre um investimento de R$ 1.000, conforme expliquei no ponto acima, pode parecer desestimulador. Afinal, seu lucro será apenas de R$ 120.

Agora, um retorno de 10% acima da inflação sobre um investimento de R$ 1.000, repetido por 30 anos significa num lucro de R$ 29.000 neste período.

Ou seja, você praticamente multiplica seu patrimônio por 30, neste prazo!

Por isso eu gosto de dizer que R$ 1.000 economizados hoje não são R$ 1.000, e sim R$ 30.000.

5.      Suas despesas no futuro.

Este é outro fator importante que você deve levar em consideração no seu planejamento para o alcance da liberdade financeira.

Afinal, nosso padrão de despesas muda conforme nossa vida vai mudando.

Um adolescente que mora com os pais possui um nível de despesa muito inferior a um pai de família que paga as principais despesas do seu filho.

Assim, é sempre importante que você vislumbre qual será o seu nível de despesas futuras neste cálculo.

Até porque existem despesas que crescerão acima da inflação conforme envelhecemos, como despesas com planos de saúde.

Além disso, também é natural que você crie hábitos mais caros conforme seu patrimônio cresce: isso significa mais viagens e mais gastos em pequenos luxos.

Afinal, é na independência financeira que você irá “viver como ninguém mais” 🙂

O processo é simples, mas não é fácil: um exemplo prático.

Você já leu o artigo em que eu explico como economizei R$ 4.426,56 com uma simples mudança de hábito?

Nele, eu explico como o hábito de anotar todos os meus gastos me fez perceber que eu desperdiçava uma verdadeira fortuna almoçando fora de casa.

A partir de um ajuste realizado na minha rotina, comecei a almoçar mais em casa e economizar a quantia que era jogada fora no horário de almoço.

Agora, realizei uma pequena simulação do quanto você consegue obter de renda passiva investindo um valor semelhante ao que eu economizei com aquela mudança específica de hábito.

Para trabalharmos com um valor arredondado, simulo uma aplicação anual de R$ 4.000,00 no início de cada ano.

Se este valor fosse investido a juros reais (isto é, acima da inflação) de 6% ao ano, a evolução patrimonial e renda passiva anual seria da seguinte maneira:

print planilha 6 ao ano

Se você perceber com atenção, verá que no 12º ano a renda passiva gerada por seus investimentos já supera o montante investido anualmente.

E no 19º, ela já é o dobro do que o valor economizado anualmente.

Agora, se fizermos a mesma simulação com juros de 10% ao ano, o resultado seria o seguinte:

independência financeira

Observe como o cenário fica ainda mais interessante:

  • No 8º ano, a renda passiva já supera o montante investido anualmente.
  • No 12º, ela já é superior ao dobro do valor investido.
  • No 26º, ela já é 10 vezes o valor investido anualmente!

Incrível, não?

Tudo isso combinando dinheiro economizado, taxa de retorno e um bom horizonte de tempo.

Se um simples ajuste no seu padrão de gastos com a alimentação já proporciona este resultado, imagina o que acontece quando você cria o hábito de investir quantias maiores por ano…

Conclusão (e o meu bônus para você!)

Se você leu todo este artigo, tenho certeza que já domina o básico necessário para atingir sua liberdade financeira.

Afinal, agora você já conhece o seu conceito, o que ela significa para você e as principais variáveis que você precisa monitorar neste processo.

Como eu prometi anteriormente, aqui embaixo está a minha resposta para a pergunta: “O que eu iria fazer daqui para frente se dinheiro não fosse o problema?”

Eu viajaria muito. Muito mesmo. Ao menos uma vez por trimestre. Iria conhecer os principais destinos turísticos do mundo. Passaria mais tempo com a família e amigos, mas não abandonaria minha atividade profissional, pois trabalho com o que amo. Entretanto, escolheria os clientes que iria atender e me dedicaria mais a causas filantrópicas e ao fomento ao empreendedorismo.

E você, quer compartilhar sua resposta conosco?

Se sim, deixe seu comentário aqui abaixo 🙂

E antes de tudo, gostaria de apresentar a minha planilha de cálculo de independência financeira!

Com ela, você conseguirá calcular quando você atingirá seu objetivo financeiro de acordo com o valor de aportes mensais que você realizar e com a taxa de juros de suas aplicações (fase de aplicação).

Além disso, você também conseguirá descobrir quanto tempo seu patrimônio se manterá de acordo com o tamanho dele, nível de retorno e valor retirado mensalmente (fase de distribuição).

Caso você tenha gostado deste artigo, por favor compartilhe-o nas redes sociais. Assim, você estará ajudando o Clube do Valor a impactar mais pessoas e criar mais valor ao mundo!

Grande abraço e até a próxima,

Ramiro.

  • antonio

    Parabéns pela iniciativa em querer mostrar com essa riqueza de detalhes como podemos começar a correr atrás da nossa independência financeira! Excelente postagem. Você “descomplicou” muito bem o assunto. Parabéns!

    • Ramiro Gomes Ferreira

      Grande Antonio!

      Mais uma vez, muito obrigado pela participação!

      Abração!

  • Jeovan Barboza

    Ramiro, Qual seria então a aplicação que melhor se enquadra para uma reserva mensal de 1500?

    • Ramiro Gomes Ferreira

      Eai Jeovan!

      Vou ser bem franco: não existe uma “melhor aplicação” universal. Isso depende muito de características pessoais de cada um, como tolerância ao risco, horizonte de tempo do investimento, etc.

      Então, eu lhe recomendaria seguir os seguintes passos (que eu também estou seguindo e aplico na minha vida financeira):

      1) Criar uma reserva de emergência: Isto é, separar uma quantia que possa cobrir algo entre 6 a 12 meses de suas despesas mensais. Esta reserva deve ser investida, necessariamente, em veículos sem risco e com liquidez. Recomendaria (i) tesouro selic (pode comprar pelo tesouro direto), (ii) algum fundo DI do seu banco ou (iii) algum fundo de renda fixa com uma carteira composta por títulos pós-fixados. Estes três veículos de investimento possuem um risco muito próximo do 0 e uma rentabilidade bem legal para deixar sua reserva trabalhando para você. Nos artigos sobre dicas de finanças pessoais (http://http://clubedovalor.com.br/dicas-financas-pessoais/) e títulos públicos (http://http://clubedovalor.com.br/o-que-sao-titulos-publicos/) eu escrevo um pouco mais sobre isso.

      2) Listar o propósito e seus objetivos com o investimento (troca de casa, viagens, independência financeira, subir o padrão de vida, etc): Aqui, recomendo sempre não ignorar o plano para alcançar a independência financeira 🙂

      3) Criar um plano financeiro: Isto é, planejar como você irá atingir seus principais objetivos. É aqui que entra a fase de montar uma carteira de investimentos. Vi que você citou “a aplicação”. Eu recomendaria “as aplicações”. É muito importante criarmos uma carteira que contemple as seguintes classes de ativos: (i) Renda Fixa (para o longo prazo, gosto do Tesouro IPCA+, porque o protege da inflação. Mas existem também CDBs de bancos menores, debêntures, etc), (ii) Imóveis, através de fundos imobiliários (adoro este tipo de investimento, porque possui liquidez, o investimento mínimo é baixo e ainda gera um fluxo de caixa mensal. Mas trata-se de renda variável, então é bom dar uma boa estudada antes de sair adquirindo estes fundos) e (iii) fundos de ações (caso você adquira o conhecimento necessário, pode aplicar diretamente em ações, mas sempre é bom entender todos os riscos inerentes).

      Este seu plano deve determinar o percentual alocado em cada classe de ativos. Eu não recomendo ninguém a possuir menos do que 20% em renda variável (títulos públicos e ações), tampouco recomendo a possuir menos do que 20% em renda fixa. O segredo está em manter o equilíbrio,respeitando sua tolerância ao risco.

      4) Manter-se fiel ao seu plano de investimento: ir realizando seus aportes mensais, com disciplina. Cuide muito com esquemas de “enriqueça facilmente” e com qualquer um que falar em retornos astronômicos sobre o capital aplicado. Para estimar o crescimento de sua carteira no longo prazo, eu recomendo pensar em algo como 6% (estimativa mais conservadora) a 10% ao ano (um pouco mais agressiva), acima da inflação.

      Eu pretendo, e tenho na minha “agenda de publicações”, entrar mais a fundo em todos estes pontos que eu citei. Então, fica ligado aqui no blog 🙂

      Também recomendo que você dê uma olhada no blog HC Investimentos (http://http://hcinvestimentos.com/), porque o autor é um craque em alocação de ativos e o conteúdo lá pode lhe ajudar a montar sua carteira de investimentos.

      Qualquer dúvida que tenha ficado, é só comentar aí!

      Forte abraço!

  • Alexandre Silva

    Maravilhosos e Valiosos ensinamentos, Obrigado por compartilhar conosco, fiquei muito feliz em aprender tudo isso

    • Ramiro Gomes Ferreira

      Fala Alexandre, tudo bem?

      Muito obrigado pela participação e feedback!

      Grande abraço!