Magic Formula: Conheça o Simples Método de Seleção de Ações que é Utilizado Pelos Maiores Investidores do Mundo

Magic Formula

Magic Formula.

Você já ouviu falar nessa simples e poderosa estratégia de investimento em ações?

Ou por acaso você já se sentiu perdido sem saber exatamente em qual papel investir na Bolsa de Valores?

E que tal conhecer a fórmula que teria transformado R$ 1.000,00 em R$ 129.933,00 entre os anos de 1995 e 2015?

Se esses primeiros questionamentos chamaram a sua atenção, então este artigo é para você.

Nele, eu vou apresentar um processo simples e extremamente eficiente de se investir em ações.

Uma estratégia utilizada pelos maiores investidores do mundo ao operar na Bolsa de Valores.

Estou falando da Magic Formula, uma fórmula para selecionar automaticamente as ações para se investir que foi criada pelo renomado gestor e autor Joel Greenblatt.

Este artigo é praticamente um guia completo sobre a Magic Formula.

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Ao final dele, você terá aprendido como escolher as melhores ações da Bolsa de Valores e montar a sua carteira de investimentos em pouquíssimo tempo.

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Parece bom demais para ser verdade?

Então continue a leitura e comprove o que eu estou dizendo!

Caso você esteja muito interessado em investir no mercado de ações, recomendo que você leia esta carta aberta.

Ela é um convite para o mais completo curso de investimento na Bolsa de Valores atualmente disponível no Brasil, na minha humilde opinião.

Se você tiver alguma dúvida sobre o curso ou sobre este artigo, pode entrar em contato comigo através do formulário abaixo.



O QUE É A MAGIC FORMULA?

Magic Formula

Magic Formula é o nome dado à uma estratégia de seleção de ações na Bolsa de Valores.

Trata-se de uma fórmula que foi apresentada no livro “The Little Book That Beats The Market”, de Joel Greenblatt.

A obra foi publicada em 2005 e desde então vendeu milhares de cópias, tornando-se um clássico na literatura nas finanças.

A Magic Formula se destaca por ser simples e de fácil aplicação.

Porém, isso não significa que ela não demanda estudo e uma análise cuidadosa de cada operação na Bolsa de Valores.

Como diria Warren Buffett:

“Investir é simples, mas não é fácil.”

Essa estratégia de seleção de ações utiliza os princípios do value investing ou investimento em valor.

Esse é o paradigma de investimentos baseado nas ideias de Benjamin Graham, aquele que é considerado o mentor de Warren Buffett.

É também com base nas ideias desse paradigma que se apoiam os investidores que utilizam a análise fundamentalista para a avaliação de ações.

Por fim, vale ressaltar que a Magic Formula é um método comprovadamente eficiente de seleção de papéis na bolsa de valores.

Mesmo muito tempo após a publicação do livro com a ideia original, o método ainda funciona e foi testado por diversos estudiosos e investidores com backtests ao longo dos anos.

Eu mesmo fiz vários testes e constatei que a Magic Formula teria funcionado no mercado brasileiro.

Continue a leitura para entender mais sobre os backtests que eu realizei.

COMO SURGIU A MAGIC FORMULA?

Joel Greenblatt é um reconhecido gestor de investimentos.

Ele esteve à frente da Gothan Partners, um hedge fund que obteve desempenho anualizado sem precedentes na indústria: 50% ao ano ao longo de 10 anos consecutivos.

Tudo isso foi resultado de estudos que o gestor realizou em 2002, período em que ele tentava encontrar maneiras de quantificar a estratégia de investimentos de Warren Buffett.

Estratégia de investimentos de Warren Buffett?

Muitos nem imaginam, mas o megainvestidor compartilha todos os anos detalhes sobre o seu método para investir.

Esses ensinamentos são passados através de cartas que ele envia para os acionistas de sua empresa, a Berkshire Hathaway.

Foi em uma dessa cartas que Buffett cunhou uma de suas frases mais conhecidas.

“É melhor comprar uma empresa maravilhosa a um preço justo do que comprar uma empresa justa a um preço maravilhoso.”

Greenblatt sempre soube que essa estratégia era baseada no assertivo julgamento qualitativo de Warren Buffett.

Ou seja, em uma precisa análise fundamentalista da empresa cuja ação vai ser comprada.

Porém, mesmo assim Greenblatt queria entender o que aconteceria se ele desenvolvesse um modelo automatizado (ou quantitativo) para descobrir quais ações de “empresas maravilhosas” estão sendo negociadas a um “preço justo”.

Foi com base nisso que ele deu início aos estudos para desenvolver a Magic Formula.

E sua descoberta foi tão impressionante que ele decidiu divulgá-la ao mundo, em seu livro.

COMO FUNCIONA A MAGIC FORMULA DE JOEL GREENBLATT?

Magic Formula

Afinal, como funciona essa tal fórmula mágica de seleção de ações?

Antes de partirmos para a explicação, é importante reforçar que esse método nada mais é do que uma tradução em números de uma das mais famosas máximas de Warren Buffett.

“É melhor comprar uma empresa maravilhosa a um preço justo do que comprar uma empresa justa a um preço maravilhoso.”

Essa frase leva em consideração dois elementos-chave para a estratégia:

  • A empresa maravilhosa
  • O preço justo

Para Greenblatt, esses dois elementos podem ser traduzidos em números.

Porém, o grande desafio foi justamente encontrar os indicadores que melhor representariam esses dois conceitos.

A empresa maravilhosa

Precisamos concordar que definir o termo  “bom negócio” não é tão trivial de ser feito.

Se eu perguntar para 10 diferentes investidores qual é a definição de uma “empresa maravilhosa”, é provável que eu receba 10 respostas diferentes.

Para definir o número que melhor traduz esse elemento da estratégia de Buffett, Greenblatt se baseou em uma passagem da carta aos acionistas que o megainvestidor enviou em 1977.

Nesse texto, Warren Buffett explica porque ele utiliza o retorno sobre o capital como medida de um bom negócio.

Esta passagem é reproduzida logo abaixo:

A maioria das empresas de capital aberto definem como “lucros recordes” um novo recorde no lucro por ação. Considerando que as empresas têm o costume de aumentar sua base patrimonial ano a ano (reinvestindo os lucros), não é comum de vermos, por exemplo, um aumento de 10% da base de capital e um crescimento de 5% no lucro por ação. Afinal de contas, até um patrimônio totalmente alocado em títulos de curto prazo vai produzir um certo crescimento ano a ano, por conta dos juros compostos.

Exceto em situações especiais (por exemplo, empresas com proporções pouco usuais de dívida para ações ou empresas com importantes ativos contabilizados por valores irreais), a gente acredita que o retorno sob o capital próprio é uma medida mais apropriada para medir a performance econômica da empresa.

Dessa forma, Greenblatt traduziu a definição de Buffett para a seguinte fórmula:

  • Retorno sobre o capital (ROC) = Ebit/Capital

Nessa fórmula:

  • Ebit significa earnings before interest and taxes e representa uma aproximação do que seria o “lucro operacional” de uma empresa
  • Capital traduz os “ativos fixos” somados com o capital de giro líquido (ativo circulante – passivo circulante – caixa e equivalentes)

O “Ebit” é utilizado em detrimento do “lucro líquido” para que possa ser realizada, com mais facilidade, uma comparação entre empresas com diferentes estruturas de capital e resultados financeiros..

Já o “Capital” exclui ativos intangíveis e o ágio, para que o cálculo leve em consideração apenas os ativos realmente utilizados pela empresa para gerar retornos maiores, no futuro.

Quanto maior for o “ROC” de uma empresa, mais dinheiro ela gera por cada real investido no próprio negócio.

O preço justo

Para o segundo elemento-chave da estratégia de Buffett, Greenblatt utilizou um múltiplo chamado de earning yield, muito similar ao inverso do popular P/L.

Mais uma vez, ele preferiu utilizar o “Ebit” em detrimento do “lucro”, já que o lucro líquido é muito influenciado pela estrutura de capital escolhida por cada empresa.

E, em vez de utilizar o “Patrimônio Líquido” no denominador, Greenblatt opta por um múltiplo chamado de Total Enterprise Value (TEV).

O TEV indica, basicamente, qual seria o custo que alguém teria que arcar para adquirir a empresa inteira.

Ou seja: ele é a soma do patrimônio líquido da empresa com seu endividamento líquido (a diferença entre a dívida total e o dinheiro em caixa).

Por fim, ele batiza esta relação entre EBIT e TEV (EBIT/TEV) de Earnings Yield (EY).

  • EY = Ebit/Tev

Com esta composição, a fórmula mágica de Greenblatt nos permite comparar ações com diferentes estruturas de capital e de diferentes setores.

A MAGIC FORMULA APLICADA NOS ESTADOS UNIDOS

Magic Formula

Depois de finalmente conseguir traduzir a estratégia de Buffett para uma fórmula numérica, Greenblatt estava pronto para testar a Magic Formula.

Agora ela sabia como encontrar empresas maravilhosas a um preço justo.

Assim, ele selecionou as 3.500 maiores empresas com capital aberto nos Estados Unidos e deu, para cada uma delas, uma posição entre 1 e 3.500 no seu ranking baseado no ROC.

O funcionamento do rankeamento era simples: a empresa com maior ROC recebia o ranking 1, a de segundo maior ROC, 2, e assim subsequentemente, até que a empresa com o pior ROC receba o ranking de 3.500.

Dessa forma, ele possuía um ranking das “empresas mais maravilhosas” de acordo com sua avaliação.

Na sequência, ele também listou as empresas com base no seu Earnings Yield.

A empresa com maior EY ficou com o ranking 1 e a empresa com o menor EY ficou com o ranking 3.500, chegando à lista baseada no “preço justo”.

Depois de realizar estes cálculos, Greenblatt somou os rankings de cada uma das ações, para descobrir quais delas possuíam a melhor combinação de retorno sobre o capital e preço.

Por exemplo:

  • Uma ação com ranking “10” em ROC e “397” em EY ficaria com um ranking somado de 407 (10 + 397)
  • Por outro lado, uma ação com ranking “730” em ROC e “1.290” em EY ficaria com ranking combinado de 2.020

Após promover essa combinação, Greenblatt ranqueou novamente todas empresas, baseado na soma de seus rankings.

Quanto menor o ranking combinado de uma empresa, melhor era a ação.

No exemplo acima, a empresa com ranking de 407 seria considerada melhor para se investir do que a empresa com ranking 2.020.

Utilizando dados históricos, Greenblatt estudou a performance de um investidor que teria, teoricamente, adquirido as 30 ações com a menor combinação de rankings, mantendo-as por 1 ano e, então, vendendo todas as ações e repetido o processo.

Os resultados?

Extraordinários.

Greenblatt descobriu que esta estratégia teria resultado em um retorno anual composto de 23,8% ao ano entre 1988 e 2009 (dados do estudo atualizado, na edição de 2010 do seu livro), conforme imagem abaixo:

Magic Formula

Investir a uma taxa de retorno composta de 23,8% ao ano por 21 anos significa transformar R$ 1.000 em R$ 77.269.

Ao longo do mesmo período temporal, o S&P500, índice que ilustra bem o desempenho do mercado norte-americano como um todo, valorizou em média 9,5% ao ano.

Isso significaria transformar os mesmos R$ 1.000 em “apenas” R$ 6.725.

Um estudo independente da Magic Formula nos Estados Unidos

Com o sucesso do livro e da fórmula mágica de Greenblatt, diversos estudiosos norte-americanos começaram a se sentir tentados a testar a Magic Formula.

Eles realizaram backtests independentes para avaliar o desempenho da fórmula em diferentes períodos.

Um destes estudos foi realizado pelos autores Wesley Gray e Tobias Carlisle e apresentado no livro “Quantitative Value.

Os autores conseguiram replicar a Magic Formula em um período temporal ainda mais longo: de 1964 até 2011.

Lembrando que o backtest de Greenblatt ia de 1988 a 2009.

Os resultados foram também impressionantes, mas não tanto quanto o estudo original da Magic Formula.

Eis os resultados representados logo abaixo:

Magic Formula

O desempenho, representado na linha CAGR (Compound annual growth rate ou taxa de crescimento anual composta), foi de 12,79%, o que é excelente.

Porém, o resultado ficou bem distante dos 23,8% apresentado originalmente por Greenblatt.

No livro “Quantitative Value”, os autores creditam o desempenho inferior de seu backtest ao fato de eles terem “utilizado empresas com maior capitalização de mercado do que Greenblatt” – ou seja, usaram apenas as empresas presentes no índice S&P500.

Além disso, eles também ponderaram o peso de cada ação com base na capitalização de mercado de cada empresa, enquanto Greenblatt realizou uma ponderação simples em sua carteira (cada ação com o mesmo peso).

Os dados extraídos por Gray e Carslile mostram, ainda, outro ponto importante: apesar da estratégia ter ido pior que o S&P500 em muitos anos isolados, ela superou o mercado com frequência em janelas maiores de tempo (em diferentes períodos de 5 e 10 anos).

A MAGIC FORMULA FUNCIONA NO BRASIL?

Magic Formula

Essa é uma dúvida que com certeza deve estar passando em sua cabeça agora.

Afinal, os resultados obtidos por Greenblatt e confirmados por Wesley, Gray e diversos outros investidores são impressionantes.

Desde que conheci esta poderosa estratégia, tenho me questionado sobre como teria sido o desempenho dela no Brasil

Assim, resolvi rodar o meu próprio backtest.

Para conseguir resultados mais precisos, resolvi definir algumas regras:

  • O backtest foi realizado entre 31/12/1995 e 31/12/2015
  • Filtrei as empresas com liquidez média diária, dos últimos 12 meses a partir da data de montagem da carteira, inferior a R$ 150.000,00 por dia, a dinheiro de hoje (atualizado pela inflação). Este filtro é importante para excluir empresas ilíquidas, cujo investimento nas suas ações é bem dificultado
  • Filtrei as empresas de serviços financeiros (bancos, seguradoras e demais financeiras), por conta de peculiaridades contábeis que tornam inviável o cálculo do indicador Earnings Yield
  • Para a coleta dos dados contábeis, apliquei uma defasagem de 3 meses, para evitar um viés chamado de look-ahead bias. Ou seja, considero que na data de 31/12/2014, por exemplo, os dados contábeis mais atualizados que o investidor teria acesso seriam os do terceiro trimestre de 2014 (de 30/09/2014), visto que o resultado do quarto trimestre só é divulgado no início de 2015
  • O ebit utilizado para os cálculos era a soma dos últimos 12 meses (4 trimestres)
  • Os preços das ações utilizados como base para o cálculo do valor de mercado das empresas são os preços de fechamento do último pregão disponível, no dia da montagem das carteiras
  • As carteiras foram calculadas a partir do dia 31/12/1995 e rebalanceadas mensalmente
  • A cada novo trimestre, as carteiras eram reformuladas, de acordo com o ranking atualizado
  • Todas as empresas que fizeram parte da carteira possuíam a mesma ponderação
  • Para empresas com mais de um ativo em negociação (ações preferenciais e ordinárias, por exemplo), selecionei o ativo de maior liquidez para a composição da carteira
  • Criei carteiras teóricas com 5, 10, 15, 20, 25 e 30 ativos, para análise do desempenho de carteiras mais concentradas e mais diversificadas

Eis os resultados do meu backtest.

Magic Formula

Magic Formula

Como você pode ver, as carteiras superaram, em muito, o retorno do Ibovespa no mesmo período, o principal índice da Bolsa de Valores brasileira.

A realidade é que, de fato, trata-se de uma estratégia robusta e poderosa, capaz de gerar retornos muito superiores ao da média de mercado.

As carteiras formadas pela Magic Formula não superaram o Ibovespa em todos os meses, tampouco em todos os anos.

Entretanto, tanto no longo prazo quanto na esmagadora maioria das janelas de 5 anos (60 meses corridos), a estratégia entregou retornos superiores ao índice brasileiro.

Durante o período do backtest, R$ 1.000,00 investidos na carteira de 20 ações teriam se transformado em R$ 124.932,81.

Os mesmos R$ 1.000,00, se fossem investidos no Ibovespa, teriam se transformado em “apenas” R$ 10.017,52.

Impressionante, não é mesmo?

Os resultados são ainda mais impactantes se considerarmos que este retorno superior foi conquistado em cima de um risco (medido como desvio padrão e índice sharpe) inferior que o do próprio Ibovespa.

Tudo isso fruto, apenas, de uma simples fórmula para selecionar as melhores ações para se investir.

Uma boa estratégia somada à paciência de investir por longos prazos.

POR QUE A MAGIC FORMULA FUNCIONA?

Magic Formula

O livro de Greenblatt foi um marco na minha carreira como investidor.

Quando conheci sua história e encomendei o livro, mal sabia que estaria mudando, definitivamente, a minha visão sobre o mercado financeiro.

Graças a essa estratégia, eu comecei a estudar com mais afinco as principais estratégias de investimentos em valor e suas aplicações.

E, então, entendi o porquê dela ser tão poderosa.

Explico:

A Magic Formula costuma obter um desempenho superior aos índices de mercado porque ela nos força a montar carteiras com empresas de alta qualidade que estão sendo negociadas a um baixo preço.

Já um índice de mercado, como o Ibovespa, seleciona empresas com base no seu valor de mercado e em sua frequência de negociação.

Essas são duas variáveis que nada tem a ver com o desempenho operacional e a qualidade do negócio por trás da ação na bolsa.

Se você parar para analisar, perceberá que as empresas indicadas pela Magic Formula costumeiramente não são as “queridinhas” dos analistas de mercado.

Ao analisar as empresas melhores ranqueadas, você sempre encontrará motivos para não investir nelas.

Não é à toa que elas estão baratas: as expectativas do mercado para o futuro de curto prazo delas são pessimistas.

O ponto-chave é que estas expectativas pessimistas já estão embutidas no preço destas empresas.

Assim, você acaba montando uma carteira com diversas ações de empresas lucrativas, com bom retorno operacional sobre o capital e que o “mercado” como um todo espera ter um futuro próximo ruim.

Se o “mercado inteiro” espera um mau retorno delas, qualquer retorno “não-tão-ruim” já é considerado como “acima das expectativas” pelos players de mercado.

E, assim, na média estas empresas acabam surpreendendo positivamente.

E é justamente por isso que a fórmula funciona.

COMO APLICAR A MAGIC FORMULA? É POSSÍVEL TORNÁ-LA AINDA MELHOR?

Eis as perguntas que você deve ter na cabeça agora.

Afinal, depois de conhecer uma estratégia tão eficaz para selecionar ações e obter resultados impressionantes, qualquer uma se sentiria empolgado.

E digo mais: na verdade, a Magic Formula ainda pode ser melhorada.

Por meio do que eu chamo de “Método Clube do Valor de Seleção de Ações” é possível obter um resultado ainda maior do que aquele apresentado pela fórmula de Greenblatt.

Os resultados a seguir não me deixam mentir:

Magic Formula

Seguindo praticamente as mesmas regras da aplicação da Magic Formula no mercado brasileiro, foi possível obter um resultado que supera a marca de 30% de rentabilidade ao ano, no backtest.

Esse é um número espetacular.

Muito superior até mesmo aos 23,8% da Magic Formula de Greenblatt.

Embora retorno passado não seja garantia de retorno futuro, essa é uma constatação de que o “Método Clube do Valor de Seleção de Ações” pode sim trazer excelentes resultados para os seus investimentos.

Para conhecer mais sobre a aplicação desse método, bem como aprender a utilizar a Magic Formula em poucos minutos, clique aqui e conheça a oferta que eu tenho para você.

CONCLUSÃO

Ao começar a ler este artigo, você imagina que estava prestes a conhecer uma verdadeira “fórmula mágica” para investir em ações?

É isso que a Magic Formula é.

Porém, de mágica essa fórmula tem muito pouco.

Ela é uma estratégia simples e perfeitamente aplicável para qualquer investidor.

Foi com base nela que criei o “Método Clube do Valor de Seleção de Ações”.

E é exatamente essa a estratégia que eu uso na gestão de carteira dos clientes da AGM Brasil, a nossa gestora de investimentos.

Caso você queira saber mais sobre esse serviço, utilize o formulário que eu deixei no começo deste artigo.

Se preferir, você pode entrar em contato diretamente comigo através do endereço [email protected]

E não se esqueça de conhecer o Descomplicando o Mercado de Ações, o curso em que eu explico como aplicar a Magic Formula e como torná-la ainda melhor.

Um forte abraço,

Ramiro Gomes Ferreira.

Magic Formula: Conheça o Simples Método de Seleção de Ações que é Utilizado Pelos Maiores Investidores do Mundo
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